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A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), com o apoio do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama) promove, nesta quinta-feira (23), a 5ª Conferência Nacional de Primeiras Damas em Brasília (DF), com o tema “A saúde da mulher brasileira está em nossas mãos”.

O evento bianual tem como objetivo reunir as lideranças e representantes dos vários estados brasileiros para fazer valer a Lei 12.732 que entra em vigor dia 23 de maio assim como, fortalecer a luta por melhores condições no tratamento ao câncer de mama no Brasil, que hoje ainda registra índices de 50 mil novos casos por ano, sendo que 12 mil chegam ao óbito, segundo o INCA - Instituto Nacional do Câncer.

A Lei 12.372 estabelece o prazo máximo de 60 dias para início do tratamento de câncer pelo SUS a partir do diagnóstico. A senadora Ana Amélia (PP-RS), relatora do projeto que originou a lei, participará da conferência.

Segundo a presidente da Femama, médica mastologista Maira Caleffi, o objetivo da conferência é de sensibilizar, estimular e orientar as Primeiras Damas quanto às reais necessidades de influenciar gestores públicos e privados, empresários e sociedade civil para a implementação de políticas públicas de saúde em seus municípios e estados.

— Com isso, pretendemos mobilizar todos os envolvidos para as questões de garantia de acesso,  tratamento ágil e qualificado no Sistema Único de Saúde, o SUS, e em estabelecimentos conveniados dos planos de saúde — acrescenta.

Ao comentar a importância da lei que entra em vigor na quinta-feira (23), Maira Caleffi destaca que quando a doença é diagnosticada cedo e tratada adequadamente o paciente tem até 95% de chances de cura.

— Nossa missão agora é mobilizar a sociedade civil para fazer valer a lei para que seja regulamentada de maneira a atender as reais necessidades dos pacientes, pois entrando em vigor a demanda de atendimento vai aumentar significativamente — acrescenta Dra. Maira.

Para isso, os municípios brasileiros precisam estar preparados com: profissionais especializados e capacitados; infraestrutura laboratorial e hospitalar; equipes multidisciplinares; disponibilização e estoque de medicamentos; equipamentos modernos, que apresentem respostas cada vez mais rápidas e precisas; remuneração adequada para profissionais de saúde, entre outras necessidades. E a questão que será discutida é: o País está preparado para cumprir a lei?

A Femama acredita que as leis nas políticas públicas devem ser rigorosamente cumpridas para que a saúde de todos seja prioridade no Brasil.

— O número de novos casos cresce em todo o mundo, mas em muitos países desenvolvidos, como EUA e na Europa, as taxas de mortalidade vêm caindo ano após ano. Infelizmente essa realidade é diferente no Brasil”, completa a presidente da Femama.

Participantes:

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estará presente na cerimônia de abertura. Os participantes da Conferência serão as primeiras-damas e secretárias estaduais e municipais de saúde, secretárias de Políticas para Mulheres, senadoras, deputadas federais, representantes do Judiciário (promotores e defensores públicos), entidades ligadas à causa do câncer e movimentos de mulheres, representantes de órgãos públicos e privados de saúde locais (DF e Goiás) e nacionais, Ministério da Saúde, FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações  de Ginecologia e Obstetrícia), SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Sociedade Brasileira de Mastologia, Sociedade Brasileira de Cancerologia, ONCOClínicas, Conselho Nacional de Saúde, CONITEC (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias), Representantes das Associadas e Conselho Técnico Científico da Femama, Grupos de Pacientes de Câncer de Mama, Voluntários, Frente Parlamentar de Saúde (Brasília-DF), entre outros.

Sobre a Femama

Fundada em 22 de julho de 2006 a FEMAMA - Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama é uma associação civil, sem fins econômicos, que busca reduzir os índices de mortalidade por câncer de mama no Brasil. Está presente em 17 estados brasileiros e o Distrito Federal por meio de 60 ONGs associadas, atuando na articulação de uma agenda nacional única para influenciar a formulação de políticas públicas de atenção à saúde da mama.

 

Com informações da Assessoria de Imprensa da  Femama

 

 

 

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